Estudo mostra que ômega-3 pode auxiliar no treinamento de força e melhorar resposta anabólica músculo

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O consumo do ômega-3, famoso óleo de peixe, cresce a cada dia, visando a melhora de doenças relacionadas ao coração e do bem estar geral.

O ácido graxo eicosapentaenóico (EPA) contém 20 carbonos e 5 duplas insaturações, se enquadrando na classe w-3 e é conhecido como um dos componentes do óleo de peixe. Este também pode ser sintetizado pelo consumo do ácido grado a-linolênico (óleo de linhaça ou chia) e também através de sardinha, atum, salmão.

A ingestão adequada (AI) estabelecida é de aproximandamente 1,5g/d.

Antes de mostrar alguns dados, alguém lembra do texto postado aqui no Kilorias sobre o melhor exercício para seu organismo?! Quando analisamos exercícios de curta, moderada e longa duração caímos no conceito da curva em J, que é a relação da duração do exercício proporcionalmente a sua resposta do sistema de defesa. Esta curva mostra que, quanto maior a duração do exercício, mais debilitada fica a resposta do seu sistema de defesa, podendo levar a quadros de infecciosos.

Quando analisamos pessoas que ingerem ômega-3, no quesito sistema imune (sistema de defesa), foi verificado uma redução na produção de TNF-alfa pelas células macrófagos e neutrófilos, que, para entenderem, a redução da produção destes componentes, diminuem, consequentemente, processos inflamatórios. Esta ação inflamatória pode, também, podem aparecer em praticantes de exercícios que realizam atividades físicas de longa duração.

Além do mais, o ômega-3 ajuda na redução da resistência a insulina, causada pelo excesso de citocinas plasmáticas. Por ter efeitos antiinflamatórios, o ômega-3 é mais usado na clínica em doenças cardiovasculares, para controle de triacilglicerol plasmático (hipertriglicidemia), sendo usado de 2-4g/dia.

A tentativa mais recente de melhorar as respostas adaptativas do treinamento de força, publicada em 2011 pelo grupo do professor Smith, no American Journal Clinical Nutrition, no qual idosos foram submetidos a um protocolo de força e receberam de forma randomizada o ômega-3 ou óleo de milho como placebo. Através de biópsias musculares, foi visto que a resitência anabólica dos idosos melhorou no grupo ômega-3 e que os autores atribuem tal resultado pela ativação de proteínas importantes no processo de síntese protéica musular (p70S6k). Futuramente, devem ser analisados a dose resposta deste efeito para verificar melhor esse efeitos musculares.

Que fique claro a importância do consumo de ômega-3 diariamente, pelos seus benefícios a saúde cardiovascular, melhora do sistema imune e controle de citocinas pró-inflamatórias plasmáticas. Porém, ainda é muito cedo pra dizer que ele vai ajudar no ganho de massa muscular, mas é um incentivo a mais para não errar e incluir peixes em geral, sardinha, atum, linhaça, semente de chia na alimentação e deixar a suplementação sob supervisão de um nutricionista, pois a relação de EPA e DHA deve ser acertada.

BONS TREINOS E BOA DIETA!!!

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Fonte: Kilorias | kilorias.band.uol.com.br

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